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Webinário aborda carga de trabalho e qualidade do atendimento da Justiça

A transição de indicadores quantitativos para qualitativos e suas implicações para o sistema de Justiça está entre os pontos centrais do webnário Equivalência de Carga de Trabalho: um Novo Paradigma do Trabalho na Justiça. Interessados em participar do evento têm até esta sexta-feira (23/2) para preencher o formulário de inscrição. Inscreva-se no webinário O evento está marcado para as próximas segunda e terça-feiras (26/2 e 27/2)  e ocorre em formato híbrido, de forma presencial no auditório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com transmissão pela Plataforma Cisco Webex e pelo canal do CNJ no YouTube. Durante os dois dias de debates, será analisada a carga de trabalho dos magistrados e das magistradas. A intenção é avaliar a natureza e o objeto da movimentação processual e do específico conteúdo ocupacional dos magistrados, com suas repercussões sobre o tempo e os processos e métodos de trabalho nas unidades judiciárias. Neste sentido, o webinário promove o debate e a reflexão sobre a construção desses indicadores. O evento está organizado em painéis que trazem temas como os desafios metodológicos para a mensuração quanti-quali da carga horária de trabalho; a equivalência da carga de trabalho na perspectiva da Corregedoria e dos Conselhos, o papel dos centros de inteligência e das escolas judiciais no mapeamento dos fluxos de trabalho e das competências profissionais. No segundo, haverá exposição das experiências de diferentes segmentos da Justiça e, por fim, será apresentada aos participantes a síntese dessas contribuições. O conhecimento que será produzido a partir do webinário deverá complementar os trabalhos já iniciados no âmbito do comitê técnico destinado a promover estudos e pesquisas com vistas à construção de indicadores sobre a equivalência de carga de trabalho de magistrados no Poder Judiciário. Criado pelo CNJ, por meio da Portaria 79/2023, o colegiado coordenado pelo conselheiro Giovanni Olsson busca elaborar parâmetros de avaliação não apenas quantitativa, mas também qualitativa, no que diz respeito à dinâmica de trabalho dos magistrados. Segundo Olsson, hoje, existe uma lacuna de dados sobre o conteúdo ocupacional de todos os profissionais, o que produz distorções, fato que repercutem em todo o Sistema de Justiça. “É preciso entender as diretrizes de lotação de servidores nas unidades, de designação de juízes auxiliares ou assistentes de juiz, de valorização para promoção etc. São inúmeras implicações práticas extremamente importantes na vida profissional, tanto do ponto de vista da isonomia de trabalho e tratamento de todos os profissionais”, explicou. Comitê técnico Em março do ano passado, o CNJ criou um comitê técnico para estudar a construção dos primeiros indicadores sobre equivalências de carga de trabalho no poder Judiciário brasileiro. Os dados vão subsidiar a formulação de políticas públicas por parte do Conselho Nacional de Justiça para serem implementadas no sistema de Justiça. Serviço: Webinário – Equivalência de Carga de Trabalho: um Novo Paradigma do Trabalho na Justiça Data: 26 e 27 de fevereiro de 2024 Horário: 9h às 18h Local: Auditório CNJ Formato híbrido: transmissão pelo canal do CNJ no YouTube Texto: Margareth Lourenço Edição: Thaís Cieglinski Agência CNJ de Notícias
23/02/2024 (00:00)
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